As deusas estão em todas as culturas, desde tempos imemoriais até os dias de hoje. Estão em tradições conhecidas e desconhecidas e são chamadas por muitos nomes, diversos aspectos e muitas são suas manifestações. Ela é a Deusa de Mil Nomes, porque muitas são as fases e faces do Feminino, e talvez, nem mil possa as conter ou sequer definir. Porém, como Elas são reflexos de nós mesmas, podemos aprender muito com as deusas. Aliás, este é o primeiro ponto de partida para resgatar a conexão com o Sagrado Feminino. Voltar-se uma vez mais para o lado feminino do Divino.

Depois, segue-se duas breves reflexões para entender-mos os dois lados da nossa existência:

  • Com qual Deusa eu tenho mais afinidade? Por que será? O que você sente que Ela tem para te ensinar? Como você sente que manifesta esta Deusa em sua vida? Essas perguntas podem nos ajudar a nos conectar com parte do nosso lado luminoso e com as habilidades que existem em nós. Pois toda Deusa traz um dom e um poder.
  • Com qual Deusa eu tenho menos afinidade? Por que será que isso acontece? O que te faz não gostar e/ou detestar essa Deusa? O que especificamente te incomoda? Você percebe isso somente nos outros ou consegue reconhecer isso em você também? O que você poderia aprender com Ela? Essas perguntas podem nos ajudar a nos conectar e reconhecer as nossas sombras e através delas, resgatar todos os nossos potenciais que estão escondidos atrás dos medos e aversões. Pois toda Deusa também traz uma Medicina para curar nossas vidas e tornar-nos inteiras.

Faz essas reflexões, e de repente, aqui você tem dois pontos de partida para resgatar sua conexão com o Sagrado Feminino. Quem sabe, acender uma vela para essas deusas, colocar uma imagem dela em algum lugar reservado, que pode tornar-se seu canto da Deusa e onde você se conectar, aquieta-se e pode ficar um pouco a sós. Se é do tipo que gosta (como eu) de estátuas, pode comprar uma imagem da Deusa, da deusa que tem afinidade e da qual tem dificuldade, para ir-se trabalhando. Porque na tradição da Deusa, não temos esse conceito da ruim e bom, mas sim, das facetas que integram-se e representam o todo. Como o yin e yang. Porque nós somos tudo isso, ao mesmo tempo, que somos muito mais do que isso! A idéia é reencontrar o estado de unidade e totalidade do qual fazemos parte. Porque no final, a nossa essência/self e a Deusa são o mesmo.

Blessed Be!
Namaste!

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