Quando nos deparamos com situações conflitantes e quando nos vemos no meio do furação, em um conflito daqueles, podemos mudar nossa forma de vê-lo para aproveitar o que ele está tentando nos trazer.

Temos uma crença geral de que conflitos deveriam se evitados, que devemos fugir e sair de situações conflitantes, que é melhor viver em paz do que viver em conflito. Porém, a verdadeira paz é a consequência do conflito. What? Tá louca? Como assim? Deusa que me livre…né?!

Eu sei bem como é isso….eu odeio conflitos.com.br. Porém, de nada adianta. Porque estou apenas evitando e postergando o inevitável. Porque será inevitável a necessidade de se conhecer completamente. Então, mesmo apesar do meu Marte estar em Libra, e eu preferir que as coisas fossem resolvidas de forma harmônica, nem sempre é isso que acontece. Porque, muitas vezes, precisa ter o furacão, para encontrarmos o centro dele. No caos, revela-se a verdadeira paz.

Eu sempre gostei de usar a analogia do apontar o dedo para o outro, entendendo a posição dos nossos dedos e quando ouvi isso em aula, com meu professor de BodyTalk, Márcio Ribeiro, fiquei ainda mais contente. Porém, a identificação, ainda mostrou muita resistência da minha parte de aceitar o conflito quando ele acontece. Ficar no campo de guerra, ao invés de sair correndo dele. Vamos entender essa analogia?

Quando fazemos parte de um conflito e estamos apontando os dedos para uma outra pessoa (na maioria das vezes, culpando o outro pelo conflito), estamos deixando de aprender três coisas sobre nós mesmas. Porque, enquanto apontamos nosso indicador para o outro (dedo que representa o ego), temos 4 dedos apontados para nós. Três tentando nos mostrar algo sobre nós que não conhecemos e um, o polegar (dedo que representa o Ser) nos mostrando a solução para este problema, o propósito deste conflito e o ensinamento por detrás.

Ou seja, temos uma grande oportunidade de crescer. De aprender. De olhar para o que está sendo revelado e desentrelaçar o que jogamos e projetamos no outro e começar a assumir mais a responsabilidade de que tudo está dentro de nós e o conflito está externalizando nosso próprio conflito interior. Que já acontece diariamente. E na maioria das vezes, fazemos isso. Culpamos o outro, situações, uma divindade ou um planeta e assim vai, pelo que estamos passando. Porém, se formos ver pelo viés do Vedanta Advaita, não existe o outro. Existe apenas nós…e tudo que vemos é nós, somos nós, manifesta-se a partir de nós.

Quando assumimos essa postura. Tudo se torna uma oportunidade de crescimento. De reconhecimento. De acolhimento de tudo que seu sou ou tirar os véus do que eu acreditava ser mas nunca fui. Oportunidade de cair os véus ilusórios, iluminar partes esquecidas, reconhecer o que nunca foi aceito e assim vamos seguindo em um empoderamento verdadeiro, de se colocar como centro de tudo e ao invés de apontar o indicador e culpabilizar alguém, eu toco com a palma da mão aberta acima do meu coração e olho com humildade para mim mesma e aceito a oportunidade de olhar, amadurecer e transcender minhas próprias limitações. E ali, assentada em seu coração dizer: Eu Sou.

O BodyTalk me ensinou muito sobre ver os conflitos de uma outra perspectiva. Ali, são relevados como os conflitos ainda são carregados dentro de nós. Porque seguimos acreditando e inferindo a culpabilidade a uma outra pessoa, a uma situação e evento passado, a isso e aquilo, e enquanto ficamos nessa dinâmica, não estamos verdadeiramente livres. Seguimos vivendo condicionados, deixando de ser o EU SOU, para sermos quaisquer outras coisas, como vítimas de circunstância.

Você pode também, usufruir os incríveis benefícios do BodyTalk, que sem dúvida, cada dia, muda mais e mais minha vida, em uma velocidade incrível. Porque é consciência. E na consciência, não apontamos o dedo para nada, a não ser na direção do nosso coração!

Saiba mais: http://devishala.com.br/bodytalk/

Imagem: desconhecido
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