A Jornada da Heroína pelo Sagrado Feminino e pelas deusas, faz parte das Jornadas de autodesenvolvimento feminino que compõe um programa de mergulho e transformação profunda, pela qual, as mulheres buscadoras de si passam quando adentram essa experiência. É um caminho pela Espiritualidade Feminina e de Empoderamento das nossas vidas. É um caminho pelo qual eu vivo diariamente e que escolhi compartilhar com outras mulheres já indo para o 5o ano!

Eu sinto, que essas jornadas são uma forma de convidar cada uma dessas mulheres a adentrar minha casa e a minha vida. Por isso, que o nome escolhido foi Devi Shala. Devi – deusa. Shala – casa. É essa a minha sensação, de que tanto meu lar físico, quanto a terra em que vivo e o corpo em que minha alma habita são todos a Casa da Deusa e é nela que a mágica acontece. Por isso, que é um trabalho que me faz sentir tão em casa. Porque nele eu posso trazer absolutamente tudo que aprendi até hoje e ainda estou aprendendo, tudo que uso na minha rotina, todos os meus erros e acertos, todas as minhas perdas e conquistas e toda a minha vida como uma forma de acolher e levar outras mulheres pelas mesmas jornadas heróicas que eu já passei e continuo passando ano após ano junto com elas.

Não me vejo separada de nada que faço. Eu sou e estou em tudo que faço. Tudo é uma extensão e parte de quem eu sou, do que busco e do que desejo. Quão mais comprometida estou com minha cura, meu desenvolvimento e transformação pessoal e empoderamento, mais comprometida consigo ficar e mais disponível consigo estar para ajudar outras mulheres. Porque eu me vejo nelas e creio que elas se vem em mim. Nos pontos bons e nos pontos ruins. Porque somos tudo – luz e sombra.

Por isso, que essa PRIMEIRA ETAPA DA JORNADA DE AUTODESENVOLVIMENTO FEMININO contêm um caminho gradativo, que pode ser visto como uma grande árvore ou como a ascensão dos chakras (centros de força), começando com nossas bases e resgatando nossa ancestralidade feminino, para depois ir galgando as diversas etapas do nosso ciclo feminino através das deusas e trabalhos que nos levam da lua crescente até a lua nova, ou seja, da nossa criança interior, passando pelos Vales das Sombras até o nosso renascimento novamente como mulher. Eu sempre vi a minha vida como uma dinâmica entre luz e sombra, e sempre me incomodou o floreio que muitas vezes é dado às coisas, e que não nos permitem tocar a totalidade que somos como pessoa. Ficar somente no que é belo e luminoso, faz com que fiquemos sempre pela metade. Por isso, quando formatei essa jornada, ela foi feita de forma a contemplar um momento único de trabalho respeitoso e verdadeiro com nossas sombras, mas, sem deixar de manter um entrelaçamento entre luz e sombra o tempo todo da jornada. Assim, vamos fazendo as pazes com todas as nossas partes, vamos percebendo que não é vergonhoso ou fraqueza cair e sensibilizar-se e que nada mais é, do que encontrar nossa potência e pérola interior, quando vamos no ponto mais baixo e escuro de nós mesmas.

Assim, como a jornada também irá nos levar para pontos incríveis e luminosos de nós mesmas. Como um prisma que reflete e conduz luz para todos os lados, iluminando frestas e trazendo luz as partes desconhecidas, esquecidas e renegadas da nossa expressão. A idéia é nos conduzir a totalidade, porque é isso que eu busco em minha vida. Eu conduzo as mulheres para os mesmos lugares que eu já passei, pelos lugares onde estou e para os lugares para onde já fui e também vislumbro chegar. É uma jornada heróica, muito diferente das jornadas dos heróis ou super-heróis, como vemos tão retratados nos dias de hoje. Ao invés de ser uma estrada linear, é uma estrada espiralada. Que nos leva a ver com abrangência única deusas de diversas culturas e tradições, porque considero que encontramos partes de nós por todas as partes e somos Filhas do Mundo, que já também nascemos e morremos por todas as partes. Então, encontrar diversas tradições é resgatas e honrar todas as ancestralidades, potencialidades e capacidades que existem dentro de nós mesmas, sem nunca nos limitar. Porque assim também são meus altares – deusas e deuses de cada canto do mundo em comunhão. Esse é o convite que faço as mulheres – vamos convidar essas deusas, vamos conversar com elas, orar com elas, estudar sobre elas e manifestar elas em nossas vidas e interior. Porque quando fazemos isso, não estamos fazendo só por nós, estamos fazendo por todas. Ajudando todas. Uma deusa que desperta em nós, é uma mulher que desperta em um continente distinto ao nosso. E isso, vai reacendendo verdadeiramente a irmandade de mulheres da Terra. Sem fronteiras. Sem bordas. Sem muros. Sem limites.

É uma viagem por diferentes Saberes, Olhares e Tradições. Um mergulho nas Deusas que faz com que mergulhemos em nós mesmas. É um caminho heróico que nos levará a confrontar nossos monstros e demônios interiores, mas também, a encontrar nossos aliados e nosso tribo, e que acima de tudo, nos conduzirá a infinitas mortes e renascimentos, para que possamos chegar ao final dessa jornada como uma NOVA MULHER.

E esse é só o começo…porque muitas jornadas irão se seguir após essa. Depois te conto mais sobre as jornadas sequenciais. Primeiro, fica aqui o chamado, o convite, a lembrança de que eu como mulher que segue nessa jornada heróica constantemente e diariamente, estou aqui para te ajudar a seguir a sua!

Se você quiser, eu estou aqui, pronta para fazer essa jornada com você.

Imagem: Katniss Everdeen – The Hunger Games Series
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